BYD Dolphin G: o Dolphin híbrido plug-in flex confirmado para o Brasil em 2026
O BYD Dolphin G é a versão híbrida plug-in do hatch Dolphin, confirmada para o Brasil entre o terceiro e o quarto trimestre de 2026, com produção em Camaçari (BA), motor flex e mais de 1.000 km de autonomia combinada.

BYD Dolphin G híbrido plug-in flex confirmado para o Brasil em 2026 com produção em Camaçari
BYD Dolphin G: o Dolphin híbrido plug-in flex confirmado para o Brasil em 2026
O BYD Dolphin G é a grande aposta da BYD para ampliar a família Dolphin no Brasil. Revelado na Europa em maio de 2026, o hatch é o primeiro Dolphin híbrido plug-in da história — até agora, a linha era composta apenas por modelos 100% elétricos. E a novidade tem caminho desenhado para o mercado brasileiro: a chegada está prevista entre o terceiro e o quarto trimestre de 2026, com montagem em Camaçari (BA) e, melhor ainda, motor flex.
Com autonomia combinada superior a 1.000 km, o Dolphin G chega para brigar no segmento de hatches compactos eletrificados, hoje um dos que mais crescem no país. A expectativa é que ele custe menos que o Dolphin elétrico, já que a produção nacional evita o imposto de importação de 35% em vigor desde julho.
Veja em vídeo: BYD Dolphin G híbrido confirmado com produção no Brasil
Como funciona o sistema híbrido do BYD Dolphin G?
O Dolphin G usa a tecnologia DM-i da BYD, a mesma que equipa o BYD Atto 2 DM-i Flex, lançado por R$ 149.990. O conjunto combina um motor 1.5 aspirado de 95 cv e 12 kgfm com um motor elétrico dianteiro. A potência combinada nas versões de entrada é de 175 cv e 21,4 kgfm, suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos, com máxima de 180 km/h. Na Europa, há ainda uma configuração de até 212 cv.
- Bateria: 7,4 kWh nas versões de entrada, com cerca de 40 km de autonomia elétrica (WLTP); na Europa há versão com até 105 km elétricos
- Autonomia combinada: mais de 1.000 km com tanque cheio e bateria carregada
- Dimensões: 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de entre-eixos
Quando o BYD Dolphin G chega ao Brasil e quanto deve custar?
A previsão é de lançamento entre o terceiro e o quarto trimestre de 2026. O preço ainda não foi divulgado, mas a lógica industrial joga a favor do consumidor: montado em Camaçari, o hatch nasce dentro da mesma estratégia de nacionalização do BYD Song Pro DM-i Flex, o primeiro SUV híbrido plug-in com etanol fabricado no Brasil. A expectativa do mercado é que ele custe menos que o Dolphin elétrico, posicionando-se como porta de entrada da BYD no mundo dos híbridos plug-in de baixo custo.
Por que um Dolphin híbrido faz sentido no Brasil?
Os números explicam: os híbridos já superam os elétricos puros e respondem por mais da metade do mercado eletrificado brasileiro. Para quem ainda não tem wallbox em casa ou roda longas distâncias, o plug-in flex elimina qualquer ansiedade de autonomia. E o timing é preciso: com o imposto de 35% sobre eletrificados importados em vigor desde julho, produzir no Brasil virou a principal vantagem competitiva. Quem quiser comparar os eletrificados de entrada da BYD pode conferir o comparativo completo entre Dolphin, Dolphin Mini, Geely EX2 e Atto 2 DM-i Flex.
Perguntas frequentes sobre o BYD Dolphin G
O BYD Dolphin G é elétrico ou híbrido?
O Dolphin G é um híbrido plug-in (PHEV). Ele combina um motor 1.5 flex de 95 cv com um motor elétrico, somando 175 cv nas versões de entrada, e pode rodar cerca de 40 km em modo 100% elétrico.
Quando o BYD Dolphin G chega ao Brasil?
A chegada está prevista entre o terceiro e o quarto trimestre de 2026, com montagem na fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia.
Qual a autonomia do BYD Dolphin G?
A autonomia combinada supera 1.000 km. Em modo elétrico, a versão de entrada com bateria de 7,4 kWh roda cerca de 40 km no ciclo WLTP.
O BYD Dolphin G será flex?
Sim. A versão brasileira, montada em Camaçari (BA), sairá de fábrica com motor flex, seguindo a estratégia da BYD já aplicada no Song Pro DM-i Flex e no Atto 2 DM-i Flex.
Quanto vai custar o BYD Dolphin G?
O preço ainda não foi divulgado. A expectativa do mercado é que custe menos que o Dolphin elétrico, aproveitando a produção nacional para escapar do imposto de importação de 35%.