BYD Atto 2 DM-i Flex começa a ser entregue: preços de R$ 166.660 e R$ 169.990, até 110 km no elétrico e 1.045 km de autonomia total
O BYD Atto 2 DM-i Flex começa a ser entregue no Brasil em setembro de 2026 por R$ 166.660 na versão GL e R$ 169.990 na GS. É o primeiro híbrido plug-in flex da BYD: roda com etanol ou gasolina, faz até 110 km só no elétrico e 1.045 km de autonomia combinada.

BYD Atto 2 DM-i Flex GS: SUV híbrido plug-in flex com 110 km de autonomia elétrica que começa a ser entregue no Brasil em setembro de 2026
BYD Atto 2 DM-i Flex começa a ser entregue: preços de R$ 166.660 e R$ 169.990, até 110 km no elétrico e 1.045 km de autonomia total
Depois de meses de espera, o BYD Atto 2 DM-i Flex entra na fase de entregas no Brasil em setembro de 2026. É o primeiro híbrido plug-in flex da BYD no país — ou seja, um PHEV que aceita etanol, e não apenas gasolina, algo que muda bastante a conta de custo por quilômetro em um mercado como o brasileiro.
São duas versões, ambas já no catálogo com preço de tabela definido: GL por R$ 166.660 e GS por R$ 169.990. A diferença entre elas é maior do que os R$ 3.330 de distância sugerem — e é justamente aí que mora a decisão de compra.
O número de vitrine é a autonomia combinada de até 1.045 km anunciada pela fabricante, somando bateria carregada e tanque cheio.
Veja em vídeo: como é o BYD Atto 2 GS, o primeiro híbrido flex da marca
Qual a diferença entre as versões GL e GS do Atto 2 DM-i Flex?
Os R$ 3.330 que separam as duas versões escondem uma diferença técnica grande:
- Atto 2 DM-i Flex GL — R$ 166.660 | bateria de 7,85 kWh | 45 km de autonomia elétrica | 177 cv
- Atto 2 DM-i Flex GS — R$ 169.990 | bateria de 18,03 kWh | 110 km de autonomia elétrica | 197 cv
A GS tem mais que o dobro da bateria e 65 km a mais de autonomia elétrica por 2% a mais de preço. Na prática, é uma das diferenças de versão mais desproporcionais do mercado brasileiro hoje: quem comprar a GL vai recarregar praticamente todo dia; quem levar a GS consegue passar a semana urbana inteira sem acionar o motor a combustão.
Se a sopa de siglas ainda confunde, nosso guia das siglas MHEV, HEV, PHEV, BEV e REEV explica onde cada tecnologia se encaixa.
Por que vi o Atto 2 anunciado por R$ 149.990?
Porque esse valor circulou no lançamento, em junho, e se referia a uma condição de venda direta — modalidade com regras próprias, cota limitada e público restrito. Não é o preço público sugerido.
Os valores de tabela para o consumidor comum são os R$ 166.660 (GL) e R$ 169.990 (GS). Vale sempre conferir qual é o preço de tabela antes de comparar modelos: campanhas promocionais e condições de venda direta distorcem qualquer ranking de custo-benefício.
Os 1.045 km de autonomia são reais?
São um número de catálogo, obtido com a bateria totalmente carregada e o tanque cheio, em ciclo de medição favorável. No uso real brasileiro — ar-condicionado ligado, estrada a 110 km/h, bateria já descarregada — o resultado fica abaixo disso.
Isso não invalida o número, mas exige leitura correta. Explicamos como essa conta é montada na análise sobre os híbridos plug-in de 1.000 km e o que você realmente roda no Brasil.
O dado mais útil para o dia a dia continua sendo a autonomia elétrica: 45 km na GL e 110 km na GS. É ela que determina quantos dias você roda sem gastar combustível.
Vale a pena trocar um SUV a combustão pelo Atto 2 DM-i Flex?
A conta muda conforme dois fatores: se você tem onde recarregar e quanto roda por dia.
Com recarga em casa e uso urbano abaixo de 100 km diários, a GS transforma o carro em praticamente um elétrico durante a semana, deixando o motor a combustão para viagens. Sem tomada em casa, o carro vira um híbrido comum — funciona, mas você paga pela bateria grande sem usá-la.
Comparamos esse cenário em detalhe no confronto entre o Atto 2 DM-i Flex e o Hyundai Creta, avaliando se compensa deixar o SUV a combustão. Entre os rivais eletrificados diretos está o Omoda 5 HEV, de 224 cv e a partir de R$ 159.990, que dispensa tomada — e você pode ver as fichas lado a lado no comparativo de eletrificados até R$ 300 mil.
Um ponto a favor do Atto 2: ele é produzido no Brasil, em Camaçari (BA), a mesma fábrica que vai receber a picape BYD Mako. Produção nacional significa menor exposição à variação da carga tributária de importados — um fator que tem mexido no preço de vários eletrificados vendidos aqui.
Perguntas frequentes sobre o BYD Atto 2 DM-i Flex
Quanto custa o BYD Atto 2 DM-i Flex no Brasil?
O preço de tabela é de R$ 166.660 na versão GL e R$ 169.990 na versão GS. O valor de R$ 149.990 divulgado no lançamento se referia a uma condição de venda direta, com cota limitada e público restrito.
Quantos km o Atto 2 DM-i Flex roda no modo elétrico?
Até 45 km na versão GL, com bateria de 7,85 kWh, e até 110 km na versão GS, com bateria de 18,03 kWh. A autonomia combinada anunciada pela fabricante chega a 1.045 km com o tanque cheio.
O BYD Atto 2 DM-i Flex funciona com etanol?
Sim. É o primeiro híbrido plug-in flex da BYD no Brasil e aceita tanto etanol quanto gasolina, graças à tecnologia DM-i em versão flex desenvolvida para o mercado brasileiro.
Qual versão do Atto 2 vale mais a pena?
A GS, na maioria dos casos. Por apenas R$ 3.330 a mais ela entrega mais que o dobro da bateria, 65 km extras de autonomia elétrica e 20 cv adicionais. A GL só faz sentido para quem não tem onde recarregar e usaria pouco a bateria.
O BYD Atto 2 é fabricado no Brasil?
Sim, é produzido na fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia — a mesma unidade que vai receber a produção da picape híbrida flex BYD Mako.
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